MINISTÉRIO KIDSTEENS DA IEADAM  | TEMPLO CENTRAL | COORDENAÇÃO: PASTOR FERNANDO
Rua Duque de Caxias, No.  340 - Fone 3233 4607 / 3233  7725  Ramal 225 - Centro | MANAUS/AM
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Absurdo: aumenta o número de crianças
abandonadas e maltratadas em Manaus
Casos de crianças deixadas sozinhas em casa por pais e responsáveis,
por um longo período de tempo, são registrados na Delegacia
Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), da
Polícia Civil do Amazonas. Crime previsto no Artigo 133 do Código
penal, o abandono de incapaz é muito comum e pode gerar sanções
legais aos seus autores, enfatiza a titular da Especializada, delegada
Joyce Coelho.
Apenas nos dois primeiros meses de 2019, foram registrados 30
casos, conforme dados da Secretaria de Segurança Pública (SSP-AM).
Isso significa que a cada dois dias, um caso aconteceu na capital. A
maior parte diz respeito ao abandono de crianças de 0 a 11 anos de
idade, com 24 registros no total. Ano passado, foram 217 registros
de crianças e adolescentes em situação de abandono.
De acordo com o Código Penal, ocorre abandono de incapaz quando
se deixa sozinha uma pessoa sob seu cuidado, guarda, vigilância ou
autoridade, que não tenha condições de se proteger de eventuais
riscos desse abandono. A pena varia de seis meses a três anos de
detenção, podendo chegar a 12 anos, caso resulte na morte da
pessoa negligenciada.
O abandono também pode resultar na perda da guarda de crianças e
adolescentes, caso haja reincidência e seja verificada a incapacidade
do responsável de cuidar dos jovens.
A delegada Joyce Coelho explica que a maior parte dos atendimentos
feitos pela Especializada diz respeito a pais e responsáveis que deixam
crianças e adolescentes em casa e saem para festas, passando, em
alguns casos, dias sem retornar.
“Muitas vezes encontramos as crianças desprovidas de alimentação,
sem qualquer tipo de higiene e, então, não temos outra alternativa a
não ser flagrantear os responsáveis”, afirmou.
A delegada ressalta, porém, que cada caso de abandono atendido
pela delegacia é analisado de forma particular, levando-se em
consideração as circunstâncias da ausência de um adulto no local e o
tempo que aquela criança ou adolescente foi deixado sozinho.
Postado por Redação 2 - 15/04/2019 10:55    
https://portalcm7.com/noticias/absurdo-aumenta-o-numero-de-criancas-abandonadas-e-maltratadas-em-manaus/
Absurdo: aumenta o
número de crianças
abandonadas e
maltratadas em Manaus
Postado por Redação 2 - 15/04/2019 10:55    
https://portalcm7.com/noticias/absurdo-aumenta-o-numero-de-criancas-abandonadas-e-maltratadas-em-manaus/
Casos de crianças deixadas sozinhas em casa
por pais e responsáveis, por um longo período
de tempo, são registrados na Delegacia
Especializada em Proteção à Criança e ao
Adolescente (Depca), da Polícia Civil do
Amazonas. Crime previsto no Artigo 133 do
Código penal, o abandono de incapaz é muito
comum e pode gerar sanções legais aos seus
autores, enfatiza a titular da Especializada,
delegada Joyce Coelho.
Apenas nos dois primeiros meses de 2019,
foram registrados 30 casos, conforme dados da
Secretaria de Segurança Pública (SSP-AM). Isso
significa que a cada dois dias, um caso
aconteceu na capital. A maior parte diz respeito
ao abandono de crianças de 0 a 11 anos de
idade, com 24 registros no total. Ano passado,
foram 217 registros de crianças e adolescentes
em situação de abandono.
De acordo com o Código Penal, ocorre
abandono de incapaz quando se deixa sozinha
uma pessoa sob seu cuidado, guarda, vigilância
ou autoridade, que não tenha condições de se
proteger de eventuais riscos desse abandono.
A pena varia de seis meses a três anos de
detenção, podendo chegar a 12 anos, caso
resulte na morte da pessoa negligenciada.
O abandono também pode resultar na perda da
guarda de crianças e adolescentes, caso haja
reincidência e seja verificada a incapacidade do
responsável de cuidar dos jovens.
A delegada Joyce Coelho explica que a maior
parte dos atendimentos feitos pela Especializada
diz respeito a pais e responsáveis que deixam
crianças e adolescentes em casa e saem para
festas, passando, em alguns casos, dias sem
retornar.
“Muitas vezes encontramos as crianças
desprovidas de alimentação, sem qualquer tipo
de higiene e, então, não temos outra alternativa
a não ser flagrantear os responsáveis”, afirmou.
A delegada ressalta, porém, que cada caso de
abandono atendido pela delegacia é analisado de
forma particular, levando-se em consideração as
circunstâncias da ausência de um adulto no local
e o tempo que aquela criança ou adolescente foi
deixado sozinho.
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